mar 262013
 

Confira alguns deslizes que são frequentes e podem comprometer os resultados de toda a equipe

A ascensão profissional passa necessariamente pelo sucesso em liderar uma equipe. Afinal, esta é uma exigência básica para assumir um cargo de chefe. Mas, nem sempre quem recebe o comando de grupo ou um departamento está preparado ou tem os recursos necessários para isso.

Um dos motivos que explicam, muitas vezes, o despreparo de alguns chefes na hora de lidar com a equipe é a escassez de talentos que tem forçado organizações a acelerarem a carreira dos jovens, promovendo-os a chefe antes mesmo de completarem 30 anos.

Mas não são só os jovens que tropeçam, profissionais mais experientes também perdem a mão com frequência, segundo os especialistas consultados. Confira então quais são os erros mais comuns que colocam a perder o trabalho de toda a equipe:

1- Incorporar um papel
Bonzinho ou carrasco? “Muitos líderes sofrem na hora de saber qual o papel que deve adotar na hora de tomar decisões, decidir quem fica ou quem sai da equipe, de cobrar resultados ou resolver conflitos”, diz a especialista em coaching corporativo, Caroline Calaça, diretora da Development.

Segundo ela, achar que é preciso vestir uma máscara e agir de acordo com ela é um dos equívocos mais comuns. “As pessoas devem entender que não é preciso incorporar nenhum papel, porque o que vale mesmo é tentar ser o mais justo possível”, diz.

2- Enxergar membros da equipe como apenas subordinados
A maneira de encarar os membros da equipe é que vai definir a atitude do líder. “Se eu enxergo cada um apenas como um subordinado, que está ali para me atender, não saio da visão tradicional de chefe e subordinado”, diz Paulo Oliveira, professor da BSP Business School São Paulo. A visão da equipe, na opinião de Oliveira, deve ser de um conjunto, em que você e todos os outros estão ali para somar.

3- Ser incongruente
Dizer que valoriza o comprometimento e usar apenas a afinidade pessoal na hora de promover algum funcionário é um exemplo do deslize comum a muitos líderes: a incongruência. “É falar o que deve ser feito, determinar uma norma, mas ser complacente quando alguém de quem ele gosta quebra essa regra, isso é um grande erro”, explica Caroline.

4- Achar que um estilo de gestão funciona para todos
Cada pessoa é única e enxergá-las apenas como peças de uma engrenagem sem notar as especificidades de cada um não é a melhor maneira de obter o máximo da equipe. “É preciso saber dosar os estímulos porque em excesso pode gerar medo e quando é abaixo do espero resulta em desânimo”, lembra Caroline.

5- Não dedicar tempo às pessoas da equipe
Todo profissional gosta de ser orientado e reconhecido no trabalho, mas poucos chefes encontram tempo para se dedicarem ao desenvolvimento da equipe. “ A própria avaliação de desempenho, muitas vezes é feita em intervalos entre outras atividade e com pouca dedicação”, Oliveira.

De acordo com ele, ouvir é a palavra chave. “É preciso dedicar tempo para escutar as pessoas e ajuda-las a pensar no seu desenvolvimento de carreira”, explica.

6- Assumir as tarefas que delegou
Não ter tempo para ouvir a equipe pode ser consequência deste equívoco que também é comum, na opinião dos especialistas. “Quando ele assume as tarefas que delegou aos membros da equipe, o líder fica sobrecarregado e impede as pessoas de crescerem”, diz Caroline.

“Existe a dificuldade dos líderes porque, muitas vezes, eles querem continuar executando tarefas e isso provoca um congestionamento da agenda”, diz o professor Oliveira.

Segundo ele, é comum um quadro em que o chefe compete com os membros da equipe. “Ele é o chefe da equipe de vendas, mas quer continuar vendendo quando na verdade deve ajudar os vendedores a venderem mais”, lembra Oliveira.

7- Rotular a equipe
Competente, incompetente, preguiçoso, lento. Rótulos limitam os membros da equipe, mas ainda muitos chefes recorrem neste erro. “ Gera comodismo, porque a pessoa pensa, se sou incompetente por que razão vou dar o meu melhor?”, diz Caroline.

As pessoas devem ser desenvolvidas pelo líder da equipe e ele não pode confundir comportamentos com um comportamento que eventualmente ela pode ter tido. “ Se a pessoa faz algo incorreto, não significa que é incompetente, mas ao rotular o líder limita as possibilidades de essas pessoas crescerem”, diz Caroline.

8- Tentar se impor pelo poder
Usar o cargo de chefia para se impor e fazer com que a equipe chegue ao resultado por bem ou por mal é um erro grave. “Isso não funciona, o que funciona é influenciar, estimular e envolver as pessoas a ponto de elas terem o interesse em se engajar”, explica Caroline.

“A situação vai determinar o estilo da liderança, mas autocracia cem por cento do tempo é um vício, uma armadilha porque desestimula a iniciativa”, diz Oliveira.

Um chefe autoritário faz com que os membros da equipe percam a vontade de criar, de inovar, “Se o líder pune a cada erro, a pessoas não vão inovar porque para criar é preciso encarar o erro como elemento de aprendizagem”, diz Oliveira.

 

fonte: Revista Alfa

 

ago 122012
 

A alguns dias atrás vazou na web que a Google entrega metade do salário de um funcionário que morre para a esposa ou marido por 10 anos. E o benefício não pára no sálario. A esposa ou marido do funcionário falecido também ganha o direito de descontar as ações da empresa que estavam em nome do funcionário. Se o funcionário tem filhos, as crianças passam a receber 1 mil dólares por mês até completarem 19 anos.
Incrível, né?
Quando perguntada sobre a razão de oferecer tal benefício, a funcionária da Google respondeu: “Porque essa é a coisa certa a fazer”.
Assim que eu soube desse benefício, eu contei para todo mundo no meu perfil da Facebook. Em poucos minutos, publicaram o seguinte comentário:
“Me desculpem, nunca acreditei ( e nunca trabalhei ) em uma empresa assim…existe mesmo?? Na “última empresa que trabalhei – a RM Petróleo – eles tinham a pachorra de dar um Vale Refeição de 10 reais em plena região da Berrini, onde o kilo custa no mínimo 40 reais. E depois ainda falam em qualidade de vida para o funcionário. Hoje em dia, infelizmente, só lucro interessa para os donos. E os funcionários que se danem!”

Eu não vou ficar perdendo o meu tempo discutindo se o empresário brasileiro é pilantra, se o funcionário brasileiro é desonesto, ou se as leis trabalhistas não permitem que se ofereça tamanho benefício; eu vou listar abaixo algumas sugestões de pequenos benefícios que você poderia oferecer na sua empresa para se aproximar da cultura da Google, e cabe a você decidir o que é certo ou errado, o que dá ou não dá para fazer.
Sinta-se a vontade para adicionar as suas próprias idéias!
1. Um dia na praia. Escolhe um dia qualquer, e do nada, apareça com um ônibus na frente da empresa e leve todo mundo para passar o dia inteiro na praia mais próxima da sua empresa.
2. Organize um evento temático. Coloca um tema para cada mês do ano, tipo “Mês dos Esportes”, “Mês das Mães”, “Mês dos animais domésticos” etc, e programe um happy ou dois por mês com todos os funcionários para celebrar o tema. Você vai precisar apenas de algumas pizzas, refrigerantes e brigadeiros.
3. Permita que os funcionários passem um dia com a família. As vezes a agenda da escola não bate com a agenda do trabalho, e os filhos ficam em casa enquanto os pais estão trabalhando. Permita que nesses dias o seu funcionário trabalhe de casa. Dessa maneira ele pode tomar conta dos filhos enquanto encontra uma maneira de se concentrar para entregar o trabalho.
4. Crie premiações e torneios internos. Crie um torneio onde todos os funcionários possam participar. Distribua perguntas pelas paredes do escritório ou por email, premie as respostas certas.
5. Celebre as pequenas vitórias. A conquista de um novo cliente, um elogio de cliente recebido por email, a venda de produtos encalhados no estoque há tempos, a aparição da empresa em um artigo de revista, vale tudo quando o negócio é encontrar uma razão para celebrar.
6. Dê descontos para os funcionários comprarem o que a empresa vende. Permita aos seus funcionários comprarem tudo que você vende por um preço bala. Extenda o incentivo aos familiares dos seus funcionários.
7. Comida grátis. Cara, não custa quase nada. Passa no Atacadão mais próximo da sua casa, e compre umas latinhas de refrigerantes, uns salgadinhos, um frigobar e oferece comida grátis aos seus funcionários 1x por semana.
8. Permita que os funcionários reconheçam o trabalho de outros funcionários. Vá além dos programas corporativos onde a empresa escolhe os melhores do mês. Permita aos funcionários escolherem quem são os melhores colegas para trabalhar.
9. Crie um estacionamento VIP. Reserve os melhores espaços no estacionamento da empresa para os funcionários que fizeram algo fora da caixa. Se a empresa não tem estacionamento, compre uma ou duas vagas de garagens no estacionamento mais próximo da empresa e distribua esse benefício para os melhores do mês.
10. Crie a Sala dos Jogos. Substitua uma das salas de reunião da empresa por uma sala de jogos com tabuleiros de xadrez, Wii, mesa de ping pong, televisão com Netflix instalada etc.
11. Diga OBRIGADO! Você sabe quem tá dando duro pela empresa. Reconheça o trabalho do cara. Agradeça! Mostre o quanto você aprecia o seu trabalho. Reconheça com ingressos para o cinema, teatro, jantar a dois em um restaurante romântico, um vale compras etc.
12. Comunicação Aberta. Um dos incentivos mais bacanas que você pode dar a um funcionário é a possibilidade de trabalhar em um ambiente onde a comunicação franca e aberta acontece entre todos. Permita que todos os funcionários conheçam os números da empresa, os planos, as estratégias, as dúvidas, ameaças etc.
13. Mostre respeito pela vida das pessoas. A simples cobrança por resultados não leva a lugar algum. Ao invés de focar apenas nas metas da empresa, incentive os gerentes da sua empresa a conversar sobre as metas de vida de cada funcionário. É importante que a galera perceba que a empresa também se importa com a vida fora do escritório.
14. Proiba as fofocas no escritório. Através da política de comunicação aberta, diga a todos os funcionários que você não vai permitir fofocas no escritório. Ao primeiro sinal de qualquer dúvida sobre qualquer questão relacionada a empresa, o funcionário deve buscar esclarecer a questão o mais rápido possível com a liderança da empresa.
15. Ofereça treinamentos, cursos e palestras. Funcionários que participam de eventos patrocinados pela empresa são muito mais engajados do que o resto. Os programas de educação oferecidos pela empresa são uma prova viva do quanto a empresa valoriza o crescimento do funcionário. Peça para os funcionários fazerem uma lista dos cursos que eles querem fazer. Diga que você vai estudar com carinho a possibilidade de patrocinar de alguma maneira tais cursos. Você vai perceber que não é tão difícil assim bancar o curso de algumas pessoas.
16. Deixa a galera trabalhar de casa. Pelo bem do planeta, pelo bem do trânsito, pelo bem da produtividade, pelo bem da criatividade, permita que os funcionários trabalhem das suas casas uma ou duas vezes por semana.
17. Coaching Grátis! Hoje em dia tem profissional de coaching para tudo quanto é lado. Escolhe um coaching, compra 50 horas do cara, e distribui para 25 funcionários. Permita que 25 talentos da sua empresa tenha a oportunidade de trocar duas horas de idéias sobre vida pessoal e profissional com alguém que possa direcionar melhor suas vidas.

Escrito por Ricardo Jordão Magalhães

jun 192012
 

A maioria dos cargos de TI pode ser qualificada como algo ingrato. Quando a infraestrutura de TI está funcionando perfeitamente, ninguém sabe que você está lá. Mas quando algo dá errado ou um projeto não pode avançar devido a um problema técnico, os departamentos de TI começam a ouvir várias coisas e nem sempre da forma mais amigável.

Entretanto, o mundo empresarial está completamente dependente da TI para funcionar. A empresa precisa de mais, mais, mais, mas nem sempre tem os orçamentos para atender a essas necessidades. Isso significa que os trabalhadores de TI geralmente precisam fazer a diferença. Juntando tudo isso, essas condições podem criar um ambiente de trabalho muito estressante para o pessoal de TI.

Contudo, o estresse não é sempre ruim. Em doses corretas, ele pode ser um bom motivador, mas apenas se for gerenciado de maneira eficiente. Aqui, apresentamos quatro dicas para ajudá-lo a gerenciar o estresse para que possa prosperar sob pressão, em vez de ceder a ela.

1. Relaxe o seu corpo

Cabeça estressada se transforma em estresse para o corpo, sempre. Então, a primeira coisa a ser feita para combater sentimentos assustadores de estresse é relaxar o corpo. Reserve um momento para você mesmo. Você está respirando pesado? Seus ombros estão rígidos? Você sente um nó no estômago? Todas essas manifestações físicas são de estresse, e administrar esses sintomas ajudará a aliviar seu estresse mental.

Dê uma caminhada e respire um pouco de ar fresco. Sente-se por um momento e dê algumas respiradas profundas. Estique-se. Suba alguns lances de escada. Faça tudo o que puder para realinhar seu corpo e mente para que ambos possam relaxar.

2. Foque sua mente

Pensamentos acelerados são outro sintoma de estresse que, se não forem tratados, poderão interferir na produtividade. A maioria dos estresses no local de trabalho resulta de uma combinação de muito trabalho e tempo, recursos ou capacidades insuficientes. Revisar centenas de tarefas e depois ficar pensando em todas elas de uma vez só pode resultar em estases completas. Por onde mesmo você deve começar a fazer as coisas?

Quando estiver diante de uma lista de tarefas monolíticas, a melhor coisa a ser feita é foco. Divida as tarefas maiores em menores, mais gerenciáveis. Faça uma lista do que precisa ser feito e priorize. Delegue as tarefas menores. Discuta sua lista de tarefas em voz alta com um gerente ou colega para ajudar a determinar como lidar da melhor maneira possível com ela. (Você ficará surpreso do quanto a carga parecerá menor quando disser isso em voz alta.)

Em seguida, foque uma tarefa por vez. Isso garantirá que seus esforços sejam eficientes, em vez de gastar energia ficando estressado e simplesmente não chegar a lugar nenhum.

3. Reveja as expectativas

O estresse geralmente surge quando uma pessoa sente que perdeu o controle de uma situação. Devido a circunstâncias inesperadas, não cumprimento dos objetivos, falta de recursos ou qualquer outro fator que faça o projeto ficar fora de controle, a melhor coisa a ser feita primeiro é sentar e repensar a relação recursos/demanda. As expectativas foram corretamente definidas inicialmente? Os novos fatores mudaram significativamente os resultados esperados?

Dê uma segunda olhada na escola e no escopo de seu projeto ou carga de trabalho. Reavalie ou redefina o escopo conforme a necessidade. Em seguda, comunique claramente um novo conjunto de expectativas mais razoável. Mas, cuidado aqui. Talvez você precise fazer um backup de suas expectativas reavaliadas. Documente suas reivindicações onde possível e obtenha algumas opiniões de colegas que possam ter o mesmo ponto de vista.

4. Treine seu diálogo interno

Nada pode prejudicar mais a sua produtividade do que o seu próprio diálogo interno. Você sabe que aquela pequena voz na sua cabeça que lança negativismo sem mesmo você perceber, diminuindo sua confiança e seu otimismo.

Enfrentar uma situação estressante para a qual não se sente preparado apenas gera mais estresse. Lembre-se de que o estresse surge quando os recursos ou as habilidades não correspondem à demanda. Então, se você ficar dizendo a você mesmo que não consegue superar uma situação estressante, certamente você não conseguirá mesmo.

Use as estratégias listadas acima para ficar atento à sua voz interna. Acalme-se, foque sua mente no problema e reavalie as expectativas sobre o que é possível. Priorize e enfoque o que pode ser feito agora. Isso pode deixar claro para a sua voz interna que é hora de ela ficar quieta para que você possa voltar ao trabalho. Além disso, isso permitirá que você pense em algo produtivo em vez de na dificuldade que está enfrentando.

Você é o seu próprio motivador

O estresse não leva a lugar nenhum. E é provável que o ambiente de trabalho atual se torne mais exigente e estressante. Mas mesmo que você não consiga controlar o volume de estresse que enfrenta no ambiente, você poderá controlar como reagir a ele. Gerenciando ativamente seu próprio estresse, retomando o controle da situação e colocando as coisas em perspectiva, você poderá transformar seu estresse no motivador que ele deve ser.

mai 242012
 

A dimensão de tempo mudou. E o quanto você entender isso é o que vai definir o seu sucesso ou o seu fracasso.

Por exemplo, a próxima terça-feira termina a que horas?

A maioria das pessoas acha que a terça-feira termina às 18 horas. E tem gente que acha que a terça-feira termina à meia-noite.

Mas a terça-feira termina mesmo é às 9 horas da manhã, quando começa o expediente da maioria das empresas.

Vamos ver um exemplo:

O gerente de uma grande empresa liga para um fornecedor de embalagens e pede um orçamento para a confecção de uma quantidade enorme de caixas. Mas ele quer esse orçamento para terça-feira, sem falta.

O fornecedor sem empenha em levantar os custos e fazer todos os cálculos necessários e na segunda-feira à noite o orçamento está pronto. Mas, por alguma razão qualquer, ele só envia o orçamento para o cliente, por e-mail, às 14 horas da terça-feira.

Em seguida, pega o telefone e liga para o comprador daquela empresa:

– Alô, Luís? Aqui é o Carlos da fábrica de embalagens.

– Olá Carlos. Tudo bem?

– Sim, tudo bem. Acabei de enviar, por e-mail, o orçamento que você me pediu. Por favor, verifique se chegou.

– Mas, Carlos, você está atrasado. Já fechamos com um concorrente seu.

– Mas, Luís, você falou que precisava do orçamento para terça-feira!…

– Sim, mas nossa reunião de compras foi hoje às 9 da manhã. E como seu orçamento ainda não tinha chegado, fechamos com outra empresa.

Ou seja, uma proposta para terça-feira tem que chegar na terça às 9 horas, no máximo. De preferência, até antes disso.

Essa nova dimensão de tempo é que está matando muitas empresas e muitos profissionais. As pessoas precisam se adaptar a esse novo modo de ver as coisas.

Mas, atenção, quando eu falo em velocidade, em se adiantar no tempo, não estou falando de pressa, de correria. Estou falando de organização. Se você não tiver organização você não tem velocidade.

Construa o seu sucesso se organizando e adotando estratégias para usar esse novo conceito de tempo a seu favor.

Mas lembre-se: Velocidade e pressa são coisas completamente diferentes. Para quem fica improvisando, a velocidade não acontece e o sucesso escorre por entre seus dedos.

Um grande abraço,

 

Roberto Shinyashiki

O meu sucesso é o seu sucesso!

mai 072012
 

Christian Barbosa, especialista em gestão do tempo, lista quais as atitudes que mais fazem você perder tempo no trabalho

São Paulo – De aplicativos a métodos para lá de sofisticados para tornar o tempo mais rentável: nunca os profissionais tiveram tantos recursos para gerir a maneira como utilizam as horas, minutos e segundos que recheiam o expediente. Mesmo assim, muita gente ainda vive uma agenda caótica e um fim de mês de poucos resultados.

Confira abaixo quais os hábitos que mais contribuem para este cenário:

Hábito 1 Deixar a vida os levar

O principal erro de quem não consegue manter a agenda (e a vida) em dia é não planejar. “É aquela pessoa que faz tudo de última hora e não prevê o que pode acontecer”, diz o Christian Barbosa, especialista em gestão do tempo e fundador da consultoria TRIAD PS.

De fato, ao longo do dia (em alguns setores mais, em outros menos) imprevistos acontecem. E isso sempre determina um novo arranjo na ordem de prioridades. O problema não é este tipo de dinâmica, mas sim não controlar os itens que já são conhecidos previamente.

“Para planejar, você não precisa saber tudo que irá acontecer, mas pelo menos uma parte”, diz. “Se você nunca sabe nada, acaba não andando para frente, apenas patinando”.

Como mudar? Não se atenha apenas ao planejamento do dia seguinte. No mínimo, planeje os três dias que se seguem. Jamais lote sua agenda de compromissos, deixe sempre um espaço para imprevistos. Se você trabalha oito horas por dia, por exemplo, comprometa apenas de quatro a cinco horas. Dedique o tempo restante para aquilo que não estava no seu calendário previamente.

Hábito 2 Acreditar que tudo é para ontem

Por não olhar de uma maneira criteriosa para o próprio tempo, há quem veja tudo (e todos) como prioridade. Resultado? “A pessoa faz tudo e lota sua agenda de coisas desnecessárias”, diz Barbosa.

Como mudar? Tenha uma postura crítica diante de cada demanda que cruza seu caminho. “Atividades importantes estão relacionadas com tempo e trazem resultado. As urgentes têm de ser feitas imediatamente. Essa diferenciação é vital”, diz.

Hábito 3 Subestimar as ferramentas de produtividade

Atire a primeira pedra quem nunca começou e abandonou rapidamente um novo aplicativo ou estratégia para gerir melhor o tempo. Mas, de acordo com o especialista, este é um outro deslize clássico de quem não consegue manter a vida em dia.

“Não é com duas ou três semanas que seu cérebro será treinado. Os resultados aparecem só a partir da quarta ou quinta semana”, diz o especialista.

Como mudar? Encare com mais seriedade (e estratégia) as ferramentas de produtividade (como agenda e aplicativos de gestão do tempo). Firme um compromisso com você mesmo de usar um (e apenas um) deles. Para tirar o máximo de vantagem destes programas, siga algum método de gestão do tempo.

Hábito 4 Supervalorizar o e-mail

Checar o e-mail toda hora, responder todas as mensagens sem qualquer critério é a senha para se perder no trabalho.

Como mudar? Determine horários para checar seus e-mails de acordo com sua rotina de trabalho. Não se renda à tentação de abri-lo a todo momento e responder todas as demandas.

Hábito 5 Ser viciado em redes sociais

De acordo com pesquisa da Triad, 85% dos profissionais brasileiros acessam redes sociais durante o expediente. Segundo Barbosa, não há nenhum problema neste hábito. “Não sou contra as redes sociais, entre uma tarefa e outra você até pode ver. Mas fazer isso com frequência pode te prejudicar”.

Como mudar? Assim como com o e-mail, determine horários fixos para acessar as redes sociais. E não se renda a tentação de sabotá-los ou estendê-los.

Hábito 6 Espalhar todas as informações

Agenda, post-it, lista de tarefas do Google, aplicativos. A lista de recursos para tornar a vida mais organizada é imensa. Mas o excesso deles na rotina pode atrapalhar. “Tem gente que coloca tudo o que tem para fazer nestas várias ferramentas. E, porque fez anotações em locais obscuros, não consegue se planejar direito”, afirma o especialista.

Como mudar? Foque em apenas uma ferramenta para organizar sua rotina. Faça uso dela de maneira estratégica.

Hábito 7 Não delegar

De medo de perder a própria posição a não ter ao seu redor pessoas com treinamento suficiente, os motivos que fazem com que os profissionais não saibam delegar tarefas são inúmeros. Mas a consequência, quase sempre, é a mesma: trabalho para além da conta e uma agenda caótica.

Como mudar? Tenha consciência de que crescimento na carreira sempre implica em mais responsabilidades. Mas isso não significa que você tenha que abraçar o mundo sozinho. Quanto mais delegar, mais tempo terá para se dedicar às tarefas da nova função com excelência.

“Atividades confidenciais e estratégicas que dependam da sua decisão devem ser executas por você. Tarefas mais operacionais podem ser delegadas”, diz Barbosa.

Hábito 8 Ser fã incondicional de reuniões

Viver o expediente com as portas fechadas em uma reunião definitivamente não é sinônimo de produtividade. Ao contrário. Segundo pesquisa recente da Triad, apenas 1/3 das reuniões são consideradas produtivas pelos funcionários. “As reuniões não têm qualidade, não são planejadas, são muito longas e não atingem os objetivos propostos”, diz.

Como mudar? Não faça reuniões para tudo. Quanto mais claro e pontual for o objetivo da reunião, melhor. Tenha como meta fazê-las curtas. O tempo ideal? Meia hora. O limite? Duas. E nada além disso.

Hábito 9 Roubar o tempo alheio

Por ter uma agenda caótica, quem é improdutivo tende a atrapalhar todos que cruzam seu caminho profissional. “É aquela pessoa que delega demais para a mesma pessoa. Por não anotar informações, liga para checar dados. Pede tarefas no fim do expediente”, diz.

Como mudar? Analise o tempo dos outros antes de passar qualquer demanda. Não fique centrado apenas nas suas necessidades.

Hábito 10 Ser desorganizado

Organização é palavra de ordem para quem quer ter dias produtivos. Quem já sofreu para encontrar um arquivo em meio a confusão da mesa ou do computador sabe bem o que isso significa.

Como mudar? Quanto mais sua mesa estiver limpa, organizada e funcional mais você economizará tempo produtivo. Por isso, dedique-se a manter tudo, desde anotações até arquivos no computador, segundo uma lógica.

Hábito 11 Não ter tempo para si mesmo

Pessoas improdutivas não são as que mais se dedicam a sua vida pessoal. Ao contrário. No sufoco para manter a rotina profissional em dia, elas são as que mais sabotam o tempo dedicado para assuntos para além do expediente. “A produtividade está diretamente ligada à energia. Se a pessoa não tem tempo para descansar, perde a energia e, com isso, a disposição para trabalhar”, diz Barbosa.

Como mudar? Pense na sua agenda de forma a dedicar tempo, sim, para você mesmo e para outros assuntos pessoais. “Se a gente não tem tempo para quem faz diferença na nossa vida, no leito de morte, iremos nos arrepender pois é isso que faz a vida valer a pena”, afirma o especialista.

mar 222012
 

O 6° Fórum Mundial da Água, realizado nesses dias em Marselha (França), não deixou margem para dúvidas: ou se investe decididamente na proteção dos recursos hídricos do planeta, ou a civilização humana padecerá de terrível escassez. Que já se manifesta.

Relatório da ONU, apresentado no encontro, aponta a irrigação agrícola como séria questão a ser enfrentada. Primeiro, porque tal técnica demanda muita água, cerca de 70% do total; segundo, devido à dramática necessidade para alimentar uma população que deverá atingir 9 bilhões de habitantes em 2050. Segundo as revisadas, e mais precisas, estimativas da FAO, a produção de comida precisa crescer 60% nesse período, e isso somente parece possível aumentando as áreas irrigadas no campo.

Resultado: vai aumentar a necessidade de água para as lavouras, especialmente nos áridos países do Oriente Médio que, aliás, importam cada vez mais alimentos. Mudanças climáticas devem alterar o padrão das chuvas, provocando secas mais prolongadas e derretimento de geleiras. Tudo conspira contra o abastecimento. Estudos indicam que, sem decididas políticas de manejo de água, 40% da população mundial viverão em áreas de alto estresse hídrico até 2050.

Estimativas de longo prazo, claro, sempre carregam muita incerteza. A terrível seca, porém, que afetou, neste 2011, as grandes planícies norteamericanas, prejudicando a irrigação e restringindo a água para consumo humano pareceu um aviso recente dos céus. No Brasil, novamente o fenômeno climático La Niña provocou forte estiagem, derrubando a safra, e arrancando os cabelos, dos agricultores sulinos. Dentre as dúvidas, uma certeza: preservar os mananciais d’água será estratégico nas políticas sustentáveis do futuro.

A situação anda preocupante. Cerca de 25% das áreas agrícolas mundiais se degradam, de forma mais ou menos severa, em decorrência da má, e intensiva, agricultura. Esta depaupera os recursos hídricos, reduz a fertilidade dos solos, aumenta a erosão. A contínua irrigação tem provocado a salinização dos solos em certos locais, fazendo decair a produtividade agrícola. Lençóis freáticos, bombeados para a superfície, se aprofundam, prejudicando o enraizamento das plantas; o desmatamento e os ventos causam desertificação. Na Espanha, na Austrália, nos Estados Unidos, na África, por onde se procura se percebem ameaças contra a segurança alimentar.

Olhos enviesados atribuem à agricultura o papel de vilão na equação mundial da água. Algo injusto. Acontece que mesmo gastadora, a prática da irrigação rural pouco compromete a qualidade da água, exceto quando esta se contamina com resíduos de agrotóxicos persistentes, comuns no passado, mas pouco utilizados hoje em dia. Após regar as plantas, via aspersão ou no gotejamento, o precioso líquido se percola pelas entranhas da terra, corre aos riachos ou se evapora, cumprindo o ciclo natural da água.

No uso urbano, ao contrário, o abastecimento das residências polui organicamente as águas nos vasos sanitários; na pia da cozinha e na lavanderia ela se mistura ainda com detergentes e saponáceos. Já nas unidades industriais, as águas utilizadas se contaminam com solventes e demais produtos químicos, que lhe roubam a vida. Nas cidades, que ninguém duvide, ambas a demanda e a poluição são tremendas.

O Fórum Mundial da Água de 2012 contou, entre as 180 delegações participantes, com a presença de uma orgulhosa comitiva paulista. Ela representava o exitoso “Pacto das Águas São Paulo”, um programa que nasceu há três anos às margens do rio Jacaré Pepira, no município de Bocaina. Ali, tendo à frente o então governador José Serra, centenas de prefeitos e outras autoridades municipais se comprometeram a aderir ao “Consenso das Águas” de Istambul (Turquia), documento histórico que define tarefas na gestão descentralizada dos recursos hídricos.

Esse azulado movimento ambientalista, organizado pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente (www.ambiente.sp.gov.br/pactodasaguas), cresceu sem parar, ultrapassando as expectativas iniciais. Dentre os 1070 signatários, oriundos de 49 países, ao Consenso das Águas de Istambul, 595 adesões se originam nos municípios paulistas. Notável. O “Pacto das Águas São Paulo” configura o maior programa já realizado no Brasil em defesa dos recursos hídricos, com foco na gestão local, dentro das bacias hidrográficas. Lição de casa bem feita.

Em fins do ano passado, o governo paulista promoveu uma avaliação sobre o desempenho dos municípios, premiando os primeiros colocados. Entre aqueles de maior população, 94 municípios cumpriram as metas estabelecidas no programa em defesa das águas, capitaneados por Sorocaba, Tupã, Paulínia, Itapira e Batatais. Já entre os pequenos municípios, abaixo de 20 mil habitantes, 135 deles mostraram os melhores resultados, liderados por Regente Feijó, Bilac, Bocaina, Lindóia e Santo Antonio do Jardim. Podem tirar o chapéu para eles.

Por todo o estado de São Paulo, corredores ecológicos se formam sinuosamente acompanhando os córregos. A recuperação dessa mata, chamada ciliar como se os olhos abrigassem, garante a plena função ambiental da biodiversidade, promovendo a junção do verde (vegetação) com o azul (água). Na beirada dos riachos, no entorno das nascentes, ao redor dos lagos, nessas paragens a vida selvagem floresce, a natureza se torna exuberante. Água é vida.

Neste próximo dia 22 de março se comemora o Dia Mundial da Água. Mais que discursos, gestos de simpatia e lembranças nos bancos escolares, espera-se ações concretas, coletivas e individuais, em defesa da agenda azul. Água potável, mundo sadio.

 

Xico Graziano

e-mail: xicograziano@terra.com.br      site: http://www.xicograziano.com.br

mar 152012
 

Foi instituído pelo Decreto nº 6.022, de 22 de janeiro de 2007, o Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento do Governo Federal (PAC 2007-2010) e constitui-se em mais um avanço na informatização da relação entre o fisco e os contribuintes. De modo geral, consiste na modernização da sistemática atual do cumprimento das obrigações acessórias, transmitidas pelos contribuintes às administrações tributárias e aos órgãos fiscalizadores, utilizando-se da certificação digital para fins de assinatura dos documentos eletrônicos, garantindo assim a validade jurídica dos mesmos apenas na sua forma digital.

  • Iniciou-se com três grandes projetos: Escrituração Contábil Digital, Escrituração Fiscal Digital e a NF-e – Ambiente Nacional. Atualmente está em produção o projeto EFD-PIS/COFINS. E em estudo: e-Lalur, EFD-Social e a Central de Balanços.
  • Representa uma iniciativa integrada das administrações tributárias nas três esferas governamentais: federal, estadual e municipal.
  • Mantém parceria com 20 instituições, entre órgãos públicos, conselho de classe, associações e entidades civis, na construção conjunta do projeto.
  • Firma Protocolos de Cooperação com 27 empresas do setor privado, participantes do projeto-piloto, objetivando o desenvolvimento e o disciplinamento dos trabalhos conjuntos.
  • Possibilita, com as parcerias fisco-empresas, planejamento e identificação de soluções antecipadas no cumprimento das obrigações acessórias, em face às exigências a serem requeridas pelas administrações tributárias.
  • Faz com que a efetiva participação dos contribuintes na definição dos meios de atendimento às obrigações tributárias acessórias exigidas pela legislação tributária contribua para aprimorar esses mecanismos e confira a esses instrumentos maior grau de legitimidade social.
  • Estabelece um novo tipo de relacionamento, baseado na transparência mútua, com reflexos positivos para toda a sociedade.

 SPED FISCAL

O que é?

A Escrituração Fiscal Digital – EFD é um arquivo digital, que se constitui de um conjunto de escriturações de documentos fiscais e de outras informações de interesse dos fiscos das unidades federadas e da Secretaria da Receita Federal do Brasil, bem como de registros de apuração de impostos referentes às operações e prestações praticadas pelo contribuinte. Este arquivo deverá ser assinado digitalmente e transmitido, via Internet, ao ambiente Sped.

Como funciona?

A partir de sua base de dados, a empresa deverá gerar um arquivo digital de acordo com leiaute estabelecido em Ato COTEPE, informando todos os documentos fiscais e outras informações de interesse dos fiscos federal e estadual, referentes ao período de apuração dos impostos ICMS e IPI. Este arquivo deverá ser submetido à importação e validação pelo Programa Validador e Assinador (PVA) fornecido pelo Sped.

Programa Validade e Assinador

Como pré-requisito para a instalação do PVA é necessária a instalação da máquina virtual do Java. Após a importação, o arquivo poderá ser visualizado pelo próprio Programa Validador, com possibilidades de pesquisas de registros ou relatórios do sistema. Outras funcionalidades do programa: digitação, alteração, assinatura digital da EFD, transmissão do arquivo, exclusão de arquivos, geração de cópia de segurança e sua restauração.

Apresentação do Arquivo

Em regra, a periodicidade de apresentação é mensal.

SPED PIS/COFINS

O que é?

A EFD-PIS/Cofins trata-se de um arquivo digital instituído no Sistema Publico de Escrituração Digital – SPED, a ser utilizado pelas pessoas jurídicas de direito privado na escrituração da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins, nos regimes de apuração não-cumulativo e/ou cumulativo, com base no conjunto de documentos e operações representativos das receitas auferidas, bem como dos custos, despesas, encargos e aquisições geradores de créditos da não-cumulatividade.

Os documentos e operações da escrituração representativos de receitas auferidas e de aquisições, custos, despesas e encargos incorridos, serão relacionadas no arquivo da EFD-PIS/Cofins em relação a cada estabelecimento da pessoa jurídica. A escrituração das contribuições sociais e dos créditos será efetuada de forma centralizada, pelo estabelecimento matriz da pessoa jurídica.

O arquivo da EFD-PIS/Cofins deverá ser validado, assinado digitalmente e transmitido, via Internet, ao ambiente Sped, até o 10º (décimo) dia útil do 2º (segundo) mês subsequente a que se refira a escrituração, inclusive nos casos extinção, incorporação, fusão e cisão total ou parcial.

Conforme disciplina a Instrução Normativa RFB nº 1.052 de 5 de julho de 2010, estão obrigadas a adotar a EFD-PIS/Cofins, conforme cronograma atualizado pela Instrução Normativa RFB nº 1.218, de 2011:

I. em relação aos fatos geradores ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2012, as pessoas jurídicas sujeitas à tributação do Imposto sobre a Renda com base no Lucro Real;

II. em relação aos fatos geradores ocorridos a partir de 1º de julho de 2012, as demais pessoas jurídicas sujeitas à tributação do Imposto sobre a Renda com base no Lucro Presumido ou Arbitrado;

III – em relação aos fatos geradores ocorridos a partir de 1º de julho de 2012, as pessoas jurídicas referidas nos §§ 6º, 8º e 9º do art. 3º da Lei nº 9.718, de 27 de novembro de 1998, e na Lei nº 7.102, de 20 de junho de 1983.

Para a geração, validação e transmissão da escrituração digital referente ao mês de janeiro de 2012, e meses posteriores, deverá a pessoa jurídica enquadrada no item I acima (PJ tributada do Imposto de Renda pelo Lucro Real), utilizar a versão 1.07 do PVA da EFD-PIS/Cofins, ou as versões posteriores. No caso de atualizações de versões.

A versão 2.00, própria para a escrituração das operações da pessoa jurídica tributada do Imposto de Renda com base no Lucro Presumido ou Arbitrado, será disponibilizada pela Receita Federal no mês de abril de 2012.

A pessoa jurídica poderá retificar os arquivos originais da EFD-PIS/Cofins, referentes aos períodos do ano-calendário de 2011, até o último dia útil do mês de junho do ano-calendário de 2012, mediante a transmissão de arquivo retificador da escrituração substituída, nos termos do art. 8º da Instrução Normativa RFB nº 1.052 de 5 de julho de 2010.

Como funciona?

A partir de sua base de dados, a pessoa jurídica deverá gerar um arquivo digital de acordo com leiaute estabelecido pela Secretaria da Receita Federal do Brasil – RFB, informando todos os documentos fiscais e demais operações com repercussão no campo de incidência das contribuições sociais e dos créditos da não-cumulatividade, referentes a cada período de apuração do PIS/Pasep e da Cofins. Este arquivo deverá ser submetido à importação e validação pelo Programa Validador e Assinador (PVA-PIS/COFINS) fornecido pelo Sped.

Programa Validador e Assinador

Como pré-requisito para a instalação do PVA-PIS/Cofins é necessária a instalação da máquina virtual do Java. Após a importação, o arquivo poderá ser visualizado pelo próprio Programa Validador, com possibilidades de pesquisas de registros ou relatórios do sistema. Outras funcionalidades do programa: digitação, alteração, assinatura digital da EFD-PIS/Cofins, transmissão do arquivo, exclusão de arquivos, geração de cópia de segurança e sua restauração.

O programa gerador de escrituração possibilitará:

  • Importar o arquivo com o leiaute da EFD-PIS/Cofins definido pela RFB;
  • Validar o conteúdo da escrituração e indicar dos erros e avisos;
  • Editar via digitação os registros criados ou importados;
  • Emissão de relatórios da escrituração;
  • Geração do arquivo da EFD-PIS/Cofins para assinatura e transmissão ao Sped;
  • Assinar do arquivo gerado por certificado digital;
  • Comandar a transmissão do arquivo ao Sped.

Apresentação do Arquivo

A periodicidade de apresentação da Escrituração Fiscal Digital do PIS/Pasep e da Cofins é mensal, devendo ser transmitido o arquivo, após a sua validação e assinatura digital, até o 5º (quinto) dia útil do segundo mês subsequente ao de referência da escrituração.

SPED CONTÁBIL

O que é?

É a substituição da escrituração em papel pela Escrituração Contábil Digital – ECD, também chamada de SPED-Contábil. Trata-se da obrigação de transmitir em versão digital os seguintes livros: I – livro Diário e seus auxiliares, se houver; II – livro Razão e seus auxiliares, se houver; III – livro Balancetes Diários, Balanços e fichas de lançamento comprobatórias dos assentamentos neles transcritos.

Segundo a Instrução Normativa RFB nº 787 de 19 de novembro de 2007, estão obrigadas a adotar a ECD em relação aos fatos contábeis ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2008, as sociedades empresárias sujeitas a acompanhamento econômico-tributário diferenciado, nos termos da Portaria RFB nº 11.211, de 7 de novembro de 2007 e sujeitas à tributação do Imposto de Renda com base no Lucro Real; (Redação dada pela Instrução Normativa RFB nº 926, de 11 de março de 2009) em relação aos fatos contábeis desde 1º de janeiro de 2009, as demais sociedades empresárias sujeitas à tributação do Imposto de Renda com base no Lucro Real. (Redação dada pela Instrução Normativa RFB nº 926, de 11 de março de 2009).

As sociedades simples e as microempresas e empresas de pequeno porte optantes pelo Simples Nacional estão dispensadas desta obrigação.

Como funciona?

A partir do seu sistema de contabilidade, a empresa gera um arquivo digital no formato especificado no anexo único à Instrução Normativa RFB nº 787/07 (disponível no menu Legislação). Devido às peculiaridades das diversas legislações que tratam da matéria, este arquivo pode ser tratado pelos sinônimos: Livro Diário Digital, Escrituração Contábil Digital – ECD, ou Escrituração Contábil em forma eletrônica.

Este arquivo é submetido ao Programa Validador e Assinador – PVA fornecido pelo Sped. Faça o download do PVA  e do Receitanet e instale-os em um computador ligado à internet. Através do PVA, execute os seguintes passos:

Validação do arquivo contendo a escrituração; Assinatura digital do livro pela(s) pessoa(s) que têm poderes para assinar, de acordo com os registros da Junta Comercial e pelo Contabilista; Geração e assinatura de requerimento para autenticação dirigido à Junta Comercial de sua jurisdição. Para geração do requerimento é indispensável, exceto para a Junta Comercial de Minas Gerais, informar a identificação do documento de arrecadação do preço da autenticação. Verifique na Junta Comercial de sua Jurisdição como obter a identificação.

Assinados a escrituração e o requerimento, faça a transmissão para o Sped. Concluída a transmissão, será fornecido um recibo. Imprima-o, pois ele contém informações importantes para a prática de atos posteriores.

Ao receber a ECD, o Sped extrai um resumo (requerimento, Termo de Abertura e Termo de Encerramento) e o disponibiliza para a Junta Comercial competente. Na atual estrutura, cabe à Junta Comercial buscar o resumo no ambiente Sped. Enquanto ela não adota tal providência, ao consultar a situação, a resposta obtida será “o livro digital foi recebido pelo Sped Contábil, porém ainda não foi encaminhado para a Junta Comercial”.

Verifique na Junta Comercial de sua jurisdição como fazer o pagamento do preço para autenticação.

Recebido o preço, a Junta Comercial analisará o requerimento e o Livro Digital. A análise poderá gerar três situações, todas elas com o termo próprio:

  • Autenticação do livro;
  • Indeferimento;
  • Sob exigência.

IMPORTANTE: para que um livro colocado sob exigência pela Junta Comercial possa ser autenticado, após sanada a irregularidade, ele deve ser reenviado ao Sped. Não há necessidade de novo pagamento do preço da autenticação. Deve ser gerado o requerimento específico para substituição de livros não autenticados e colocados sob exigência.

Para verificar o andamento dos trabalhos, utilize a funcionalidade “Consulta Situação” do PVA. Os termos lavrados pela Junta Comercial, inclusive o de Autenticação, serão transmitidos automaticamente à empresa durante a consulta.

O PVA tem ainda as funcionalidades de visualização da escrituração e de geração recuperação de backup.

Autenticada a escrituração, adote as medidas necessárias para evitar a deterioração, extravio ou destruição do livro digital. Ele é composto por dois arquivos principais: o do livro digital e o de autenticação (extensão aut). Faça, também, cópia do arquivo do requerimento (extensão rqr) e do recibo de entrega (extensão rec). Todos os arquivos têm o mesmo nome, variando apenas a extensão.

fev 292012
 

Pessoal, muitos tem me perguntado, como é que se faz uma entrevista de emprego, quais as perguntas a serem feitas, como é que eu sei se a pessoa vai dar certo ou não na minha empresa, se vai servir ou não. Verifiquei alguns arquivos que tenho e também pela experiência adquirida e montei esse texto para vocês.

Abaixo seguem algumas perguntas que são apenas perguntas bases. O interessante é você mesmo montar as perguntas baseada na realidade da empresa, da vaga em aberto, da cidade, etc., mas é importantíssimo que o entrevistador vá preparado para entrevista e com um roteiro muito bem elaborado.

Outro ponto importante a analisar é:
• A aparência da pessoa (barba, roupa/sapato, cabelo, etc.);
• Tempo de reposta das perguntas feitas;
• Analisar o entrevistado por completo;
• Não ter medo fazer perguntas, principalmente se tiver dúvida em algum item que o entrevistado respondeu ou falou;
• Pegar informações do candidato nas empresas anteriores que ele trabalhou.

Vale lembrar as seguintes frases:
“Seja demorado para contratar e rápido para demitir” e “Não seja refém do seu empregado”.

1. Fazendo uma entrevista de emprego

Contratar pessoas costuma ser um caso de tentativa e erro. Um candidato aparentemente promissor pode se revelar um desastre, deixando frustrados colegas e arruinando o relacionamento com os clientes em seu rastro. Mais cedo do que se planejava, o novo contratado e a empresa se distanciam, com recriminações e arrependimento de ambos os lados.
Para aumentar as possibilidades de tomar boas decisões de contratação, muitas empresas sujeitam os candidatos a uma longa bateria de entrevistas. Mas, segundo Adele B. Lynn, autora de The EQ Interview: Finding Employees with High Emotional Intelligence (ed. Amacom, lançado em 2008), realizar mais entrevistas não é a resposta. O que importa é fazer entrevistas melhores, leiam-se entrevistas que consigam medir a inteligência emocional dos candidatos.
A inteligência emocional (IE) “responde por algo entre 24% e 69% do sucesso profissional”, diz Lynn. Alguns cargos exigem mais inteligência emocional do que outros, mas há bem poucos trabalhos em que um nível consistente de IE não represente uma vantagem. No caso dos gestores, especificamente, a inteligência emocional é crucial, e o mesmo vale para qualquer um que precise ter jogo de cintura ao integrar uma equipe criativa e dinâmica. “Afinal, qual a importância de um engenheiro de software ser um trabalhador aguerrido se ele alienar seus pares?”, diz Lynn, que também é fundadora do Adele Lynn Leadership Group (sediado em Belle Vernon, Pensilvânia, Estados Unidos). “Qual a vantagem de o gestor ter profundo conhecimento de marketing se ele não consegue reconhecer como seu comportamento desmoraliza seus colaboradores diretos e leva metade deles a procurar outro emprego?”
Há aspectos múltiplos da inteligência emocional, mas dedicar-se, no processo de entrevista de emprego, aos três itens a seguir já pode fazer toda a diferença para identificar candidatos com alta IE e eliminar aqueles que tendem a destruir valor, em vez de criá-lo:
• Autoconsciência e autocontrole: O candidato entende as necessidades e desejos que o movem e como isso afeta seu comportamento. Ele controla suas emoções de maneira que, se sentir medo, raiva e ansiedade, isso não atinja os colegas ou o faça perder o controle;
• Interpretar os outros e reconhecer o impacto de seu comportamento sobre eles: O candidato tem um “radar” emocional e social bem desenvolvido e consegue sentir como suas palavras e ações influenciam seus colegas;
• Capacidade de aprender com os próprios erros: Ele consegue reconhecer seus erros, refletir criticamente a respeito e aprender com eles. Para identificá-los, há algumas perguntas que devem ser feitas e respostas que podem ser ouvidas em entrevistas. Os conselhos aqui também são úteis para gestores que precisem entrevistar colegas de fora de suas unidades para decidir se podem indicá-los para equipes transfuncionais.

2. Autoconsciência e autocontrole

Qualquer um que trabalhe em uma empresa precisa reconhecer os estados de espírito, emoções e necessidades emocionais mais profundas que o movem e como tudo isso molda seu comportamento. A maioria das pessoas é capaz de rotular seus estados de espírito (“Estou de bom/mau humor, irritado/ tranquilo”) e emoções (“Estou feliz/triste/zangado/ansioso”), mas pouca gente consegue articular os desejos emocionais fortes que moldam grande parte de seu comportamento e identidade, como, por exemplo, o desejo de reconhecimento, a fome de poder e status ou uma necessidade imensa de ser amado.
É o caso de Ian, executivo de uma empresa de porte médio especializada em produtos de consumo. Ian sempre quer estar certo, mas não se dá conta dessa necessidade e de como isso o torna arrogante, defensivo e cauteloso. Quando um projeto vacila ou um cliente fica descontente, Ian não é capaz de trabalhar com seus subordinados, seu chefe e seus colegas para chegar a uma compreensão comum do problema. Ao contrário, ele faz questão de demonstrar sua ausência de responsabilidade algo pouco útil quando se necessita de uma solução.
Além de compreender suas emoções, uma pessoa com inteligência emocional é capaz de dosá-las e de controlar seu comportamento. Quando está ansiosa ou com medo, a pessoa tem autoconhecimento suficiente para reconhecer que tende a expressar essas emoções de forma não-verbal, o que faz com que empreenda um esforço extra para demonstrar otimismo e calma. Quando está zangada, a pessoa tem autocontrole para não brigar com seus colegas ou subordinados.
Para avaliar a autoconsciência e a capacidade de autocontrole de um candidato, faça as seguintes perguntas, que como as demais perguntas do artigo, foram adaptadas do livro de Lynn:
• Você consegue me dizer em que momento seu estado de espírito afeta seu desempenho, negativa ou positivamente?
• Conte-me sobre um conflito que você teve com um colega, subordinado ou chefe. Como começou e como o resolveu?
• Um gestor tem de manter um tom produtivo e positivo, mesmo quando estiver ansioso diante de um problema. Como você foi capaz de fazer isso em posições anteriores?

3. Interpretar os outros e reconhecer o impacto de seu comportamento sobre eles

Como grande parte do trabalho do gestor é realizada com e por meio de outras pessoas, a habilidade de interpretar o outro de captar suas emoções e discernir suas opiniões pode ser a diferença entre sucesso e fracasso. Gestores também precisam reconhecer como seu comportamento influencia o dos demais. Indivíduos com alta IE são hábeis persuasores e motivadores, porque conseguem entender os sinais dos outros e ajustar suas próprias palavras e comportamentos adequadamente.
Para avaliar o nível de habilidade de um candidato nesse aspecto da inteligência emocional, faça perguntas como:
• Conte-me sobre alguma vez em que você disse ou fez algo que teve impacto negativo sobre um cliente, colega ou subordinado. Como você sabe que o impacto foi negativo?
• Você já se viu em uma situação no trabalho em que achou que precisava ajustar seu comportamento? Como você soube disso e o que fez?

Em uma entrevista da qual Lynn participou, “o candidato deu alguns exemplos de quando ele teve impacto negativo sobre alguém, mas em todos os casos, ele disse que alguém o chamou de lado e apontou sua falha não pareceu capaz de reconhecer essas coisas por si”. Ao contrário, diz Lynn, “outro candidato para a mesma posição apontou exemplos muito específicos de quando tinha sido capaz de interpretar a linguagem corporal e o comportamento de outra pessoa que indicavam que algo estava errado”. O segundo candidato obteve o posto. “Sem dúvida, o sistema de radar interno vai ajudá-lo a interpretar outras pessoas e situações também”, afirma Lynn. Interpretar de modo errado um cliente pode ser fatal para o relacionamento, destaca.
Um gerente de contas de um banco comentou com um cliente que achava modesto um produto mais barato do que o homem esperava. Sentindo-se insultado e humilhado, o cliente levou sua conta para outro estabelecimento.

4. A capacidade de aprender com os próprios erros

Passos em falso e fracassos retumbantes oferece oportunidades de crescimento, e indivíduos com alta IE são capazes de aprender com eles. Aqui, mais uma vez, procure padrões positivos nas experiências de candidatos anteriores:
• Você já esteve em alguma situação na qual sentiu que precisava modificar ou mudar de comportamento? Como soube disso? Você foi capaz de aprender lições dessa situação e aplicá-las em outras?
• Conte-me uma situação na qual você descobriu que estava indo pelo caminho errado. Como soube? O que fez? Se houve o que você aprendeu com a experiência?

Lynn participou de uma equipe de entrevista para um cargo na área de TI. Quando solicitada a descrever seu trabalho em um projeto que fracassou, uma candidata falou de uma reestruturação nos sistemas que atrasou os principais prazos e exigiu várias correções de curso. Instada a analisar como poderia ter feito o processo transcorrer mais facilmente, a candidata respondeu que deveria ter avaliado as expectativas no lançamento do projeto e se comunicado melhor e com mais consistência com os usuários. Ela também citou sua tendência a ser reservada e reconheceu que, no passado, deixou de fazer as perguntas necessárias. Essa candidata concluiu dizendo que tinha pensado muito sobre o que dera certo e errado no projeto e como ela poderia ser mais eficiente da próxima vez que fosse chamada a colaborar em um projeto parecido.
Compare o autoconhecimento e a abertura ao aprendizado de sua resposta com a forma defensiva e rígida da resposta do outro candidato. Quando questionada sobre os conflitos que tinha vivenciado, ela enumerou diversos exemplos: atraso de cronograma, briga por clientes, atraso no lançamento de produtos. Solicitada a refletir sobre como eles começaram e qual seu papel neles, ela se retratou como vítima da incompetência dos colegas, de clientes pouco razoáveis e de circunstâncias adversas. Várias vezes em sua fala ela disse: “Eu sabia que estava certa os outros se recusavam a entender”.
Sua capacidade de aprender e progredir era quase zero sinal fatídico de como seria seu futuro desempenho.

5. Algumas perguntas a serem feitas em uma entrevista:

1. Fale-me sobre você.

2. Porque deixou o seu último emprego?

3. Que experiência tem neste campo?

4. Considera-se um homem/mulher de sucesso?

5. O que pensam os seus colegas de si?

6. O que conhece sobre esta organização?

7. O que fez para melhorar os seus conhecimentos técnicos no último ano?

8. Está a concorrendo a outras ofertas de emprego?

9. Porque quer trabalhar nesta organização?

10. Conhece alguém que trabalha para nós?

11. Qual é salário que espera poder obter?

12. Como se dá com o trabalho em equipa?

13. Durante quanto tempo espera trabalhar para nós?

14. Já teve que despedir alguém? O que sentiu então?

15. Qual é a sua filosofia quanto ao trabalho?

16. Se tivesse hoje dinheiro suficiente para se reformar, faria?

17. Alguma vez lhe pediram para deixar uma função?

18. Explique como poderia ser útil para essa organização.

19. Porque é que deveríamos contratar?

20. Conte-me uma sugestão recente que tenha feito no seu último emprego.

21. O que o irrita mais nos seus colaterais?

22. Qual é a sua maior força?

23. Descreva aquele que seria para um “emprego de sonho”

24. Porque pensa que se adaptará bem a este emprego?

25. O que procura num trabalho?

26. Com que tipo de pessoa recusaria trabalhar?

27. O que é mais importante para si: dinheiro ou trabalho?

28. Qual era o seu ponto forte, segundo o seu anterior superior hierárquico?

29. Conte-me o maior problema que já teve com um superior hierárquico.

30. O que é o desapontou antes num emprego?

31. Conte qual é a sua capacidade para trabalhar sobre pressão.

32. As suas capacidades são mais adequadas para este emprego ou para outro?

33. O que é que o motiva a trabalhar melhor?

34. Está disposto a trabalhar para além do seu horário, como por exemplo, à noite e fim de semana?

35. Como vai saber se terá sucesso neste emprego?

36. Se fosse necessário, estaria disposto a mudar de cidade?

37. Está disposto a colocar os interesses da organização acima dos seus próprios?

38. Descreva o seu estilo de gestão.

39. O que aprendeu com os erros cometidos?

40. Tem algum ponto fraco?

41. Se tivesse que contratar alguém para este trabalho, o que procuraria nela?

42. Acha que está sobre qualificado para esta vaga?

43. Como se propõe compensar a sua falta de experiência?

44. Que qualidades procura num superior hierárquico?

45. Exemplifique um caso em que teve que resolver uma disputa entre colaboradores.

46. Que posição prefere numa equipa que esteja a trabalhar sobre um dado projeto?

47. Descreva a sua ética de trabalho.

48. Qual foi, até hoje, o seu maior desapontamento profissional?

49. Qual foi a coisa mais divertida que fez no trabalho?

50. Tem alguma pergunta?

jan 272012
 

 

Ao observarmos essa foto do presidente da mais poderosa nação do planeta vemos a lição de um importante componente que todo líder precisa ter: “visão“.

É isso mesmo, com certeza, nesse momento de introspeção do Obama, ele tinha muitas coisas para pensar, afinal de contas é sabido que os  EUA estão passando por momento difíceis, muitas decisões complicadas tem de ser tomadas, muitos direcionamentos precisam ser dados aos seus subordinados, imagine-se no lugar dele, olha os assuntos que tem que cuidar;

  • crise na europa
  • crise de empregos dentro do próprio país;
  • guerra do afeganistão;
  • um lider doido no Irã e outro que não se sabe quem é na Coréia do Norte e todo mundo querendo detonar uma bomba nuclear;
  • Eleições se aproximando e pressão do partido (e dele também é claro) para continuar no poder;
  • entre outras…

Nos momentos mais difíceis é que sabemos separar o bom lider daqueles que se julgam lideres, pois nessas horas de dificuldade, o bom lider olha para seus subordinados e dá direção, olha muito bem para os lados, sabe onde ele está e para onde todos devem ir… para isso é preciso ter mais que uma visão simplista é preciso de uma VISÃO APURADA.

A dica é; Cuide-de, olhe sempre em volta, fique por dentro dos assuntos, levante informações constantemente, busque aprender algo novo todos os dias, instigue-se a ser melhor, analise-se interiormente para corrigir seus defeitos (todos nós temos vários para se corrigir).

Observe mais uma vez essa foto e pare por alguns minutos para meditar se fosse voce, qual atitude teria tomado nesse instante.

Boa Sorte !!

 

jan 182012
 

A alguns dias atras falei um pouco sobre simplicidade, citando até mesmo Leonardo daVinci, é dele a celebre frase: “”A simplicidade é ultimo grau da sofisticação”. Pois bem, ao pesquisar por algumas imagens de desktop nesse ultimo final de semana me deparei com essa imagem que achei fantástica, fazendo alusão ao superman, a mesma ensina em 3 passos fáceis: “Como voar”.

Divirta-se, porque a vida fica bem fácil com um bom toque de humor no seu dia-a-dia.

 

como voar em 3 passos básicos

Pegue a capa, coloque a capa, voe!

clicando sobre a imagem acima sera exibido uma imagem maior, você pode gravá-la em seu computador e usar como wallpaper.

boa sorte!